A Tripulaçao

Nós somos um casal e um cachorro do Brasil que decidiu largar tudo para correr atras de um sonho e viver uma aventura, e ver até onde ela pode nos levar.

A gente vivia bem mas muito cansados do ritmo louco de trabalho e custos altos de viver na Cidade Maravilhosa, então decidimos fugir dessa rotina louca e experimentar um novo estilo de vida… viver num barco, produzir nossa própria água e eletricidade, tentar pescar nosso próprio peixe e decidir hoje, o que fazer amanhã.

 

Renato Matiolli

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Quando o Renato tinha 8 anos ele começou a surfar e ganhou dos pais uma assinatura da revista Fluir, que em cada edição trazia um destino de surf maravilhoso. E naquela idade, o único pico de surfe que ele conhecia era o Guarujá, mas ele começou a sonhar com lugares incríveis para explorar.

Ele não vem de uma família com tradição ou experiência em barco/vela, e tem aprendido ao longo do caminho com o Google e o Youtube de um lado, e seus fiéis conselheiros e amigos Daniel (o pirata) e Lorenzo (o piloto) do outro.

Ele é aquele nerd que tenta fugir da sua essência. Ele é apaixonado pela Sarinha, pelo Feijão, por explorar o mundo, a vida marinha, esportes que envolvam qualquer tipo de prancha e tralhas eletrônicas em geral, como drones.

O Renato nasceu em São Paulo e nos últimos quinze anos tem morado praticamente no Rio de Janeiro, mas passou uma temporada também em Londres, Philadelphia, Jakarta e Buenos Aires. Ele é formado em Engenharia na Poli (o que quer dizer que ele gosta de concertar coisas no barco, não necessariamente que ele saiba concertar) e tem um MBA/MA de Wharton/Lauder.

O que você faz bem?: “Dormir, procurar novos lugares para explorar, criar teorias inúteis sobre a vida e o comportamento humano, e engajar em conversas randômicas com taxistas”.

O que você não faz assim tão bem?: “Ficar muitos dias sem comer pizza, ter estabilidade emocional para ficar preso no transito ou enfrentar filas, telefonemas longos, frio e lidar com o fato de que tubarões grandes existem”.

A melhor coisa dessa viagem?: “Tentar um novo estilo de vida, passar mais tempo com a Sarah e o Feijão, visitar família e amigos pelo mundo, conhecer lugares, pessoas e coisas novas que a gente nem sonhava, e talvez até aprender a falar um pouco de Bahasa”.

 

Sarah Moreira

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A Sarah é filha única de um casal internacional do mundo hoteleiro, então ela mudou muito a vida toda e a medida que foi crescendo a busca por novos horizontes continuou. Ela nasceu no interior de SP e morou no Brasil até os 12 anos, fez o ginásio no Panamá e terminou o colegial em Lisboa, se formou em hotelaria na Les Roches Hotel Management School em Marbella na Espanha, trabalhou em Londres, Algarve e depois no Rio de Janeiro, onde parou de perambular pelo mundo e encontrou o amor da vida dela… o Feijão, claro… seguido distantemente pelo Renato.

Ela também não entendia nada de barco nem de vela, até ser convencida pelo Renato a entrar nessa aventura pelo mundo, mas como adora viver perto do mar, e fazer as malas é com ela mesmo, não custou muito para ela embarcar nessa.

 

O que você faz bem?:“Conseguir puxar papo com praticamente qualquer pessoa, cozinhar umas comidinhas fáceis mas gostosas, ter paciência de sobra com o Feijão (até quando ele come meus sapatos novos)”.

O que você não faz assim tão bem?:“Passar mais do que uma hora sem beliscar alguma coisa, aceitar o fato de ser filha única, dormir pouco, passar frio, e lidar com o fato de que o Renato só me deixa ter um cachorro no barco”.

A melhor coisa dessa viagem?:“Poder ficar 24h grudada no Feijão e levar ele para tudo quanto é canto, aprender a cozinhar bem, viver mais ao ar livre, não ter que ficar fazendo a mala o tempo todo – poder literalmente viajar com a casa nas costas”.

 

Feijão Medina

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Feijão nasceu no Rio de Janeiro, e é o tipico carica da gema, adora uma praia, socializa com qualquer ser vivo, e está sempre planejando fazer alguma coisa bem doida e sem noção. Ele também não tem nenhuma experiencia a bordo, mas está bem animado com a ideia de experimentar comer peixe fresquinho se seus pais algum dia conseguirem pescar um.

O que você faz bem?:”Comer, dormir, destruir coisas, fazer xixi e cocô. Também estou aprendendo a mandar bem no skate”.

O que você não faz assim tão bem?: “Acordar muito cedo, correr atrás de bolinha (isso é pra cachorro idiota) e andar muito”. 

A melhor coisa dessa viagem?: “Aprender a nadar e a surfar, passar mais tempo com meus pais adotivos e ficar mais ao ar livre”.